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domingo, 13 de outubro de 2019

Mousse de Marcujá (da Dália, da minha irmã e... minha)

Esta é uma das minhas sobremesas com maracujá de que mais gosto!!! E é uma sobremesa que me traz recordações de algumas das "criaturinhas" que mais gostei de conhecer na minha vida, algumas das quais, felizmente, ainda a vão apreciando!!! [Também me faz lembrar uma criatura ou outra que não aprecio tanto.]

Hoje (13.Outubro.2019 (Domingo)) dedico esta receita, de um modo mais particular, à Tia Lila, que tanto adorava esta sobremesa!!! (E muitas outras!!!)

No final da manhã do passado dia 07.Outubro.2019 (2ªf), assim que vi uma saca (pequena) com maracujás, na cozinha, lembrei-me logo da Tia Lila. E resolvi fazer logo uma «Mousse de Maracujá» de que Ela gostava mu(uuuuiii)ito!!!
Há dias, antes de ela falecer (a 23.Setembro.2019 (2ªf), fiz uns gelados (3 doses grandinhas), e um deles era de maracujá. Fiz o gelado na altura, porque tinha poucos maracujás e não davam para fazer a «Mousse de Maracujá». Na altura comentamos (eu e a Tia Lila) que este Verão não houve maracujás para fazer a mousse nem uma única vez. [Mas ela nem chegou a provar os gelados... Provamos o de maracujá no domingo em que fazia 7 dias que ela "partiu".]
Só que assim que acabei de fazer a «Mousse de Maracujá» achei que havia algo que não estava igual. E depois, no jantar desse dia, quando a provamos e eu disse à minha mãe que achava que algo não estava igual na receita, a minha mãe também achou que algo estava diferente, mas não sabia o quê. [Mais tarde, nesse dia, continuei sem saber o que fiz de diferente, embora achasse que tinha a ver com as quantidades de água e/ou gelatina.] Enquanto comíamos a «Mousse de Maracujá» comentei com os meus pais porque fiz a mousse e a conversa com a Tia Lila sobre não andarmos a ter maracujás para fazer a mousse.

Mas afinal parece que a diferença não estava nas quantidades dos ingredientes, mas no modo como fiz a mistura dos dois preparados que dão lugar à sobremesa.

A  Madrinha da minha irmã (Cláudia) - a Dália - fazia uma Mousse parecida com esta. Para dizer a verdade, a dela acho que era melhor que esta. Mas eu nunca lhe cheguei a pedir a receita. Entretanto a Dália faleceu em Outubro de 2013 e ninguém cá de casa tinha a receita. Há cerca de um ano (no Verão de 2018), ou um ano e tal, perguntei a duas das noras da Dália (a Mila e a Bela) se tinham a receita da «Mousse de Maracujá» da Dália, mas nenhuma delas tinha. E perguntaram a outra nora se tinha mas parece que também não tinha. Nessa altura a minha irmã disse que tinha ideia de que levava vinte e tal maracujás, gelatina de maracujá e leite condensado. Quase de seguida experimentei, mas a gelatina de maracujá dava-lhe um tom totalmente diferente da mousse da Dália, e o sabor também. Depois lembrei-me que das primeiras vezes em que a Dália fez a «Mousse de Maracujá» dela ainda não havia gelatina de maracujá. E na vez seguinte experimentei com gelatina de ananás e a cor da "minha" «Mousse de Maracujá» ficou muito mais parecida com a da Dália, e o sabor também. O tipo e/ou marca de leite condensado que se utiliza também faz muita diferença na cor da sobremesa. Vou fazendo esta mousse com ligeiras variações no número de maracujás.

Há cerca de um ano ia fazer com gelatina de limão em vez de com gelatina de ananás, só que lá tive que fazer algo que demorou mais do que eu pensava e quando ia para juntar a gelatina ao outro preparado a gelatina já quase tinha solidificado, pelo que tive que fazer outra gelatina, e como já não tinha da de limão para fazer, fiz uma de ananás. Resultado: <Nesse dia, ficamos com uma «Gelatina de Limão» e uma «Mousse de Maracujá» (feita com gelatina de ananás).

Hoje (13.Outubro.2019 (Domingo)), pouco depois de almoçar, fiz duas doses de «Mousse de Maracujá». Uma com gelatina de limão e outra com gelatina de ananás. Assim podemos provar das duas em simultâneo e ver qual se aproxima mais do sabor original da mousse da Dália.

Eu gosto mais de fazer esta sobremesa com, pelo menos, um dia de antecedência em relação ao dia em que é servida. "Mas" se for feita bem cedo pode ser servida umas 5 horas mais tarde.



Ingredientes:


Para a gelatina:

1 embalagem com 2 pacotes de «gelatina de ananás ou de limão», da «Royal»
500 ml de água a ferver
500 ml de água fria


Para completar a mousse

"miolo" de 23 maracujás
1 lata de leite condensado magro

Nota: Hoje fiz cada dose com 23 maracujás. No passado dia 07 fiz com 21. Já tenho feito com 27 ou com 28. E não depende só do tamanho dos maracujás. Depende mais do número "que eu quero" para esse ou determinado dia.



Modo de preparação:

1º) Preparar a gelatina, assim, e de acordo com as instruções da embalagem:
  • Pôr 500 ml de água a ferver.
  • Colocar o conteúdo dos dois pacotes de gelatina dentro de uma tigela que tenha uma capacidade superior a 1 litro.
  • Assim que os 500 ml de água tiverem fervido, virar a água na tigela onde se encontra o preparado para fazer a gelatina. Mexer bem, com uma colher (de pau), até dissolver todo o preparado.
  • Juntar 500 ml de água fria ao preparado anterior e mexer bem, com a colher(de pau). Depois deixar esta gelatina arrefecer.

2º) Preparar o resto da mousse, assim:
  • Lavar os maracujás e secá-los.
  • Ir cortando cada maracujá e ir tirando o seu "miolo" com a ajuda de uma colher (das de chá), e ir colocando o "miolo" de maracujás numa tigela com uma capacidade de quase 2 litros.
  • Virar o leite condensado no "miolo" de maracujás, aos poucos, e ir mexendo com uma colher (de pau) ou com um "salazar" (espátula), até obter um preparado homogéneo.
  • Assim que a gelatina de ananás estiver tépida, ir juntando-a aos poucos ao preparado de "miolo" de maracujá e leite condensado, virando uma colher (das de servir sopa) de gelatina de cada vez e mexendo sempre com o "salazar" (espátula). E ir mexendo sempre até obter um composto homogéneo.
  • Deixar o preparado final numa taça grande ou colocá-lo em tacinhas de sobremesa.
  • Levar a taça ou as tacinhas ao frigorífico durante, pelo menos, umas 5 horas.
Nota: Eu gosto mais de colocar em taças de sobremesa pequenas.



Servir e... apreciar!!!




Receita "mais ou menos"... da Dália (madrinha da minha irmã (Cláudia)), da minha irmã (Cláudia) e... minha!!! 

sábado, 12 de novembro de 2016

Mousse di Cioccolato dell Convento

Questa «Mousse di Cioccolato dell Convento» è la Mousse che ho fatto qualche volta per i Frati dell Convento di Frati Cappuccini di Conegliano (Treviso (Veneto (Italia))), dove ha passato i suoi ultimi anni il "mio" «Angelo Custode» - Il Padre Alvise Salvan (Padre Luís Salvan per i Portoghesi) - dall 2010 all 2016.

Questa ricetta di Mousse è fatta a partire di una ricetta, per bambini, di «Mousse di Cioccolato della Regina Caterina d'Austria». [La Regina Caterina d'Austria fu Regina dell Portogallo.]

http://thesweettthings.blogspot.pt/2012/03/mousse-de-chocolate-d-catarina-daustria.html


La mia dedica di questa ricetta va per tutti i Fratti Cappuccini che ho avuto l'imensa gioia, grazia e privilegio di conoscere dall 2001 in poi, quando sono rimasta acanto a Padre Alvise (sempre che ho potuto, anche no sempre che ho voluto)!!! La dedico in particolare a Fra Alfredo Ferracin, a chi li piaceva (anche a Lui) molto, e che spero possa farla per i Confratelli!!!




Ingredienti:

(Per 6 a 8 persone)

1 tavoletta di cioccolato per uso culinario, per fare dolci (circa 200 g)
6 uova
3 cucchiai  di zuppa di burro
6 cucchiai di zuppa di zucchero

Nota: Nell Convento, per tutti i Frati facevo questa ricetta radoppiando queste quantità dei ingredienti. A me nom mi piace molto usare cioccolati moli amari. E in Convento facio questa mousse con una tavoletta di cioccolato più amaro e un'altra di cioccolate di latte.



Modo di preparazione:


Separare i bianchi dai tuorli, metendoli in due scodelle diverse e grandi.


Sbattere i turli con 3 cucchiai di zucchero, fino a otenere una consistenza omogenea.




Sciogliere la tavoletta di cioccolato, previamente spezatta in piccoli pezzi, con il burro, in una piccola pentola, a bagnomaria.

Nota: Il cioccolatto deve esse sciolto con il burro a bagnomaria, ma di solito io a casa lo scioglio senza essere a bagnomaria, ma con il fuoco molto basso.


Tornare a sbattere per qualche attimo il preparato dei tuorli con zucchero. Poi, poco a poco, aggiungere a questo preparato il cioccolato fuso con il burro. Continuare a sbattere fino a otenere una consistenza e un colore omogeneo.

Atenzione: Si non si aggiungi poco a poco il cioccolato fuso con il buro, come il cioccolato fuso è caldo, cuoce i turli d'uova.


Montare gli albumi (il bianco dei ouva), sbatendo sempre nell stesso senso (il dell orologio, o il contrario all del ororologio), aggiungendo un po alla volta i 3 cucchiai di zucchero. Montare gli albumi a neve, molto ferma.

Atenzione: Si non si sbatte  sempre in lo stesso senso gli albumi non si riescono a montare a neve.


Sbattere per qualche attimo il preparato con i turli, zuchero, cioccolato e burro. Poi, poco a poco, e molto delicatamente, aggiungere gli albumi montate a neve con lo zucchero, fino a otenere, una altra volta una, consistenza omogenea, e allo stesso tempo sofice.


Sciegliere uno stampo grande, in porcelana o in vietro (o in altro materiale), o in diversi piccoli, dove doppo sarà servito questo dolce. Versare il preparato nei stampi.

Nota: A me mi piace versare il preparato in piccoli biccieri di vetro. Chi voule prende più di uno!!! E si vede la Mousse!







Portare in frigorifero, all meno, per 5 ore.

Atenzione: Di preferenza questo dolce deve essere preparato con un giorno di anticipo in relazione al giorno nell qualle si vuole servire questo dessert, per ottenere una consistenza migliore.

Nota: Questo dolce deve essere poco tempo all'area libera, dovendo portarlo in frigorifero.


Servire e... degustare!!!



domingo, 4 de novembro de 2012

Mousse de Limão (1)




Ingredientes:


 




50 g de açúcar
4 colheres de sopa de iogurte
4 folhas de gelatina (ou 5 gr de gelatina em pó)
sumo de 1 limão
200 g de nata líquida com 33 por cento de matéria gorda
 





 

Modo de preparação:


Colocar a gelatina a amolecer no sumo de limão.

Assim que a gelatina estiver amolecida, adicionar-lhe o açúcar, e levá-la ao micro-ondas a aquecer, mas sem ferver. (Só aquecer.)

Juntar o iogurte à mistura anterior, mexendo sempre com uma colher de madeira, para que se obtenha uma mistura fina.

Bater as natas e, depois de batidas, adicioná-las ao preparado anterior, muito delicadamente.


Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 2 horas, ou até ao momento de servir.

Cerca de 15 minutos antes da hora de servir, se se desejar, pode-se desenformar a mousse como se fosse um flan, e colocá-la em pratinhos de servir.

Decorar a gosto, se se desejar.


Sugestão: Pode-se decorar a mousse com morangos ou outros frutos, ou com raspa de limão.



Servir e... apreciar!!!






Receita da «Mousse de Limão» adaptada a partir da receita de «Peanas para leones de mousse de limón», da página 171 da Revista «HOLA (Numero Extraordinario Especial Cocina 2006)».

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Mousse de Manga (3)



Mais simples de preparar deve ser quase... impossível!!!




Ingredientes:





1 lata de polpa de manga
1 lata de leite condensado (cerca de 397 g)
4 iogurtes

 








Modo de preparação:



Deitar o leite condensado numa tigela "grande". Juntar-lhe a polpa de manga e os iogurtes. Mexer tubo bem, até se obter uma mistura homogénea.


Nota: Pode-se bater os ingredientes numa centrifugadora.



Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas, até ao momento de servir.



Servir (com a mousse decorada a gosto) e... apreciar!!!





Receita da «Mousse de Manga» adaptada a partir da da página 98 do livro «Sabores de África», de Conceição Santos, da «Porto Editora».

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Zabaione/Zabaglione (Mousse de Vinho)




Esta receita de «Zabaione» ou «Zabaglione», que é uma «Mousse de Vinho», é originária da região italiana de Piemonte (Piamonte).

A origem da «Zabaione» ou «Zabaglione» é duvidosa. alguns acreditam que foi Bartolomeo Scarppi, um cozinheiro determinante do Renascimento, que a inventou no século XVI. Outros são de opinião que o nome desta mousse de vinho tem a sua origem no nome de São Pasquale Bayon. Na linguagem popular das gentes do Piemonte, as palavras San Pasquale Bayon contraiem-se, passando a soar Sanbajun, o que, com alguma imaginação, pode ser entendido como zabaglium. Todos os anos, no dia 07 de Maio, celebra-se a festa deste Santo, que no ano de 1722, foi declarado padroeiro da «Associazione Cuochi di Case e Famiglie» («Associação dos Cozinheiros de Casas e Famílias»).



Ingredientes:





12 gemas de ovo
80 g de açúcar
1 pitada pó de canela
400 ml de Vinho «Marsala»
1 cálice de «Rum»

Notas:

O «Marsala» é um vinho licoroso, com  «Denominazione di Origine Controllata» (Denominação de Origem Controlada (DOC)), produzido na Sicília, na província de Trapani, excluindo Pantelleria, Favignana e Alcamo.
A versão mais credível sobre o nascimento do «Marsala» como um vinho licoroso está centrada na figura do comerciante inglês John Woodhouse, o qual, em 1773, aproou (chegou) com o barco no qual navegava, ao porto de Marsala. Segundo a tradição durante a sua breve estadia, teve a oportunidade de, juntamente com o resto da tripulação, provar o vinho produzido na zona, o qual era envelhecido em pipas de madeira, assumindo um gosto análogo aos vinhos espanhóis e portugueses, os quais estavam muito difundidos em Inglaterra naquele período.
Na verdade, os ingleses conheciam bem os vinhos marsaleses, desde que há dezenas de anos atracavam no espelho de água do porto de Marsala, para carregar, com a ajuda de  pequenas embarcações chamadas «schifazzi», água, víveres e precisamente vinhos, entre outras coisas. É necessário recordar que, naquela época, era bastante frequentado por embarcações inglesas, espanholas e francesas, que litigavam pelo domínio do Mare Nostrum: Malta tornou-se inglesas em 1800.
O método de envelhecimento utilizado pelas gentes da região, denominado in perpeuum, consistia em encher as pipas que continham uma parte do vinho consumido durante o ano com o vinho da nova produção, de modo a conservar-lhe as características.
O vinho assim tratado agradou-lhe tanto que Woodhouse decidiu embarcar cerca de uma centena de barris, juntando-lhe no entanto «acquavite di vino» (aguardente de vinho), a fim de elevar o teor alcoólico do vinho e de lhe preservar as suas características durante a longa viagem por mar.
Aquele caro vinho siciliano passa a ser um enorme sucesso em Inglaterra. Tanto que Woodhouse decide voltar à Sicilia e iniciar a sua produção e comercialização, utilizando para o seu envelhecimento o método soleras.
O método soleras, já conhecido em Portugal e em Espanha, para a produção, respectivamente do «Vinho do Porto» e do «Xerez»/«Sherry», consistia em dispor pipas  sobrepostas umas sobre as outras, começando a encher-se as que estavam mais acima; depois de um ano, uma parte desse vinho era passado para as pipas que estavam mais abaixo, e aquelas mais acima voltavam a ser enchidas com o vinho novo, e este processo repetia-se de ano em ano; de tal maneira que o vinho que se encontrava nas pipas da base, pronto para consumo, era um composto de uvas de diversos anos, e de ano a ano era enriquecido com sabores particulares.
No ano de 1833 o empresário palermitano, de origem calabra, Vincenzo Florio, iniciou em Marsala a produção de vinho Marsala, fazendo concorrência à empresa inglesa, fundando as «Cantine Florio» («Caves/Adegas Florio»). Em 1853 a produção de Marsala chegou aos 6900 barris, sendo 23% da produção das «Cantine Florio» («Caves/Adegas Florio»), 19% da empresa de Woodhouse e 58% da empresa «Ingham & Whitaker». Posteriormente, a «Florio» adquiriu o estabelecimento «Woodhouse», tornando-se o maior produtor. Nascem também alguns produtores locais: Don Diego Rallo (1860), Vito Curatolo Arini (1875) e Carlo Pellegrino (1880). Em 1920 a «Cinzano» adquiriu as «Cantine Florio» («Caves/Adegas Florio») e diversos estabelecimentos, unificando a produção sob a marca «Florio».
A sorte deste vinho vai conhecendo diversas vicissitudes. Uma grave crise atravessou a cidade de Marsala e o seu vinho depois da Primeira Guerra Mundial, sobretudo pelo modo de agir de alguns comerciantes sem escrúpulos que abusaram da fama do «Marsala» vendendo produto de má qualidade. Por este motivo, já em 1931 eram dados os primeiros passos tendo em vista criar uma legislação que protegesse o «Marsala» original das imitações e que circunscrevia a zona da sua produção, e foi tutelado pelo governo, com um decreto dos então ministros Acerbo e Bottai (de 15 de Outubro de 1931).
O vinho «Marsala» foi o primeiro vinho DOC da história vinícola italiana. Um grande orgulho para os que o produzem e para todo o território foi, de facto, o  reconhecimento da sua DOC, em 1969. As regras da sua produção foram actualizadas em 1986 e em 1995. Um «Consorzio per la tutela del vino Marsala DOC»  (Sociedade pela Tutela do Vinho Marsala DOC) nasceu em 1963, sob a iniciativa dos produtores, e foi reconhecido em 2003 pelo «Ministero delle Politiche Agricole» (Ministério da Política Agrícola).
Existe o «Marsala oro», o «Marsala ambra», que são produzidos com uvas de baga branca, e o «Marsala rubino», que é produzido com bagas de uvas tintas. Pode ser de dois tipos: o «Marsala vergine» («Marsala vergine» ou «Marsala vergine riserva») e o «Marsala conciato» («Marsala fine», «Marsala superiore» e «Marsala superiore riserva». Pode ser «secco» (seco), «semisecco» (semi-seco) ou «dolce» (doce).






Modo de preparação:


Colocar as gemas num "grande", juntar-lhes o açúcar e bater tudo muito bem, até se obter uma mistura cremosa e quase branca.

Dissolver a canela no vinho «Marsala» e, depois, pouco a pouco, juntar este preparado de vinho ao creme de ovos com açúcar, mexendo sempre, sem parar. Colocar o preparado agora obtido num tachinho de tamanho "médio", e levá-lo ao lume, em banho-maria, e em lume brando, batendo cuidadosamente o creme. Quando o creme estiver macio e cremoso, retirá-lo do lume e colocá-lo em taças de sobremesa.




Depois de as taças terem arrefecido, leveá-las ao frigorífico durante algumas horas.


Servir (decorada e/ou acompanhada a gosto)  e... apreciar!!!



Nota: A «Zabaione» ou «Zabaglione», pode ser acompanhada com:
- frutos frescos, como, por exemplo, framboesas, morangos, etc.;
- «Savoiardi» («Biscoitos de Sabóia»), também conhecidos, em Portugal, como «Biscoitos de la Reine» ou mesmo como «Biscoitos de Champanhe»;
- cacau polvilhado;
- etc.





Receita da «Zabaione/Zabaglione (Mousse de Vinho)» da página 151 do livro «CULINÁRIA ITÁLIA. Especialidades Italianas», de Claudia Piras, da «h.f. ulmmann».



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mousse de Manga (2)




Ingredientes:


1 lata de polpa de manga
1 lata de leite condensado (cerca de 397 g)
2 pacotes de natas (cerca de 2 x 200 ml = 400 ml)
3 iogurtes
6 folhas de gelatina
3 colheres de sopa de água








Modo de preparação:


Colocar as folhas de gelatina dentro de uma tigela com água fria.

Deitar o leite condensado numa tigela "grande". Juntar-lhe a polpa de manga e os iogurtes. Mexer tubo bem, até obter uma mistutra homogénea.


Numa tigela de tamanho "médio", bater as natas (sem açúcar), até obter um creme de «chantilly».



Escorrer as folhas de gelatina e colocá-las nun tachinho pequeno. Juntar-lhes 3 colheres de sopa de água e levar ao lume a derreter, sem deixar ferver. Deixar arrefecer ligeiramente e, depois, adicionar a gelatina derretida, em fio, ao preparado «chantilly», polpa de manga, leite condensado e iogurtes, mexendo bem, até se obter uma nova mistura homogénea. Envolver, muito delicadamente, o «chantilly» neste preparado.


Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas, até ao momento de servir.



Servir (com a mousse decorada a gosto) e... apreciar!!!




Receita da «Mousse de Manga» da página 92 da «TELEculinária e doçaria» nº 1401, de 13.Fevereiro.2006, do Chefe António Silva no ? volume (do número ? ao ?)

Mousse de Pêssego




Ingredientes:

500 g de pêssegos bem maduros
1 pacote de natas (aproximadamente 200 ml)
1 lata de leite condensado
1 gemas de ovo + 4 claras de ovo
4 folhas de gelatina grandes (ou 6 folhas médias)





Modo de preparação:

Colocar as folhas de gelatina de molho, em água fria, dentro de uma tigela pequena.

Descarcar os pêssegos e lavá-los. Cortar os pêssegos em quartos, retirando-lhes o caroço. Deitar os quartos de pêssego numa tigela "grande" e reduzi-los a "puré", com a ajuda de uma varinha mágica. Juntar a este "puré" o leite condensado e as gemas de ovo, e ir mexendo muito bem.

Deitar o preparado anterior num tacho e levá-lo ao lume, mexendo sempre, até engrossar. Retirar do lume e deitar novamente o preparado na tigela. Adicionar-lhe a gelatina escorrida e mexer até dissolver bem a gelatina. Deixar o preparado amornar.
Colocar as natas noutra tigela "grande", e batê-las muito bem, em chantilly.

Bater as claras em castelo, até ficarem bem firmes.

Juntar as natas em chantilly ao preparado de pêssego, envolvendo tudo delicadamente. Logo de seguida, juntar também as claras em castelo, continuando a envolver tudo delicadamente.
 
 
Colocar a o preparado anterior numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas, de servir.
 
 
Levar ao frigorífico até a «Mousse de Pêssegos» solidificar ligeiramente.


Decorar a gosto.

Servir e... apreciar!!!




Receita da «Mousse de Pêssego» da página 394 da «TELEculinária e doçaria», Especial «Doces de Verão», nº 1577, de 29.Junho.2009, do Chefe António Silva.


Mousse de Lima




Ingredientes:



4 limas + 1, se se quiser decorar com rodelas de lima
1 lata de leite condensado (cerca de 397 g)
2 pacotes de natas (cerca de 2 x 200 ml = 400 ml)
4 folhas de gelatina
3 colheres de sopa de água








 
Modo de preparação:


Colocar as folhas de gelatina dentro de uma tigela com água fria.


Lavar as limas, cortá-las ao meio e espremer-lhes o sumo.


Numa  tigela de tamanho "médio", bater as natas (sem açúcar), até obter um creme de «chantilly». Juntar, a esse creme, o leite condensado e o sumo de lima, batendo sempre, até se obter uma mistura homogénea.


Escorrer as folhas de gelatina e colocá-las num tachinho pequeno. Juntar-lhes 3 colheres de sopa de água e levar ao lume a derreter, sem deixar ferver. Deixar arrefecer ligeiramente e, depois, adicionar a gelatina derretida, em fio, ao preparado «chantilly», sumo de lima e leite condensado, mexendo bem, até se obter uma nova mistura homogénea.


Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas, até ao momento de servir.





Servir (com a mousse decorada a gosto) e... apreciar!!!


Notas:
 - Quem gostar de um sabor mais acentuado a lima, pode adicionar um pouco mais de sumo de lima do que o aqui indicado.
- Esta mousse fica muito bem decorada com rodelas e/ou raspa de lima, devendo penas ser decorada no momento de servir.
- É uma delícia quando servida com «Mousse de Chocolate»!!! (O contraste é muito bom!!!)





Receita da «Mousse de Toranja» da página 88 da «TELEculinária e doçaria» nº 1401, de 13.Fevereiro.2006, do Chefe António Silva no ? volume (do número ? ao ?)

Mousse de Toranja




Ingredientes:

2 toranjas grandes + 1, se se quiser decorar com "gomos" de toranja
1 lata de leite condensado (cerca de 397 g)
2 pacotes de natas (cerca de 2 x 200 ml = 400 ml)
4 folhas de gelatina
3 colheres de sopa de água






Modo de preparação:

Colocar as folhas de gelatina dentro de uma tigela com água fria.

Lavar as toranjas, cortá-las ao meio e espremer-lhes o sumo. Deitar o sumo de toranja para uma tigela "grande". Juntar o leite condensado ao sumo de toranja, mexendo bem, até se obter uma mistura homogénea.


Escorrer as folhas de gelatina e colocá-las nun tachinho pequeno. Juntar-lhes 3 colheres de sopa de água e levar ao lume a derreter, sem deixar ferver. Deixar arrefecer ligeiramente e, depois, adicionar a gelatina derretida, em fio, ao preparado de sumo de toranja e leite condensado, mexendo bem. Assim que se obtiver uma nova mistura homogénea, levar este preparado ao frigorífico.

Numa outra tigela de tamanho "médio", bater as natas (sem açúcar), até obter um creme de «chantilly». Envolver, muito delicadamente, este creme de «chantilly» no preparado de sumo de toranja, leite condensado e gelatina derretida, devendo este estar fresco.

Colocar a moussse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas, até ao momento de servir.


Servir (com a mousse decorada a gosto) e... apreciar!!!


Nota: Esta mousse fica muito bem decorada com "gomos" de toranja e folhas de hortelã.


Receita da «Mousse de Toranja» da página 294 da «TELEculinária e doçaria» nº 1445, de 04.Dezembro.2006, do Chefe António Silva no ? volume (do número ? ao ?)

Mousse de Maracujá (1)




Ingredientes:

8 maracujás
1 lata de leite condensado (cerca de 397 g)
1 pacote de natas (cerca de 200 ml)






Modo de preparação:

Lavar os maracujás, cortá-los ao meio e retirar-lhes a polpa para uma tigela "grande", com a ajuda de uma colher de café ou de uma colher de sobremesa. Juntar o leite condensado à polpa de maracujá, mexendo bem. Assim que se obtiver uma mistura homogénea, levar este preparado ao frigorífico.

Numa outra tigela de tamanho "médio", bater as natas (sem açúcar), até obter um creme de «chantilly». Envolver, muito delicadamente, este creme de «chantilly» no preparado de maracujá e leite condensado, devendo este estar fresco.

Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.
Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas, até ao momento de servir.

Servir (com a mousse decorada a gosto) e... apreciar!!!



Receita da «Mousse de Maracujá» das páginas 218 e 219 da «TELEculinária e doçaria» nº 1430, de 04.Setembro.2006, do Chefe António Silva no ? volume (do número ? ao ?).

sábado, 2 de junho de 2012

Mousse de Manga (1)




Ingredientes:
2 dl de polpa de manga (que pode ou não ser da de compra)
1 pacote de natas (aproximadamente 200 ml)
1 lata de leite condensado
sumo de 1 limão
3 folhas de gelatina grandes (ou 5 folhas médias)


Modo de preparação:

Colocar as folhas de gelatina de molho, em água fria, dentro de uma tigela pequena, durante, pelo menos 5 minutos.

Nota: Caso se faça esta sobremesa com mangas ao natural, é necessário descascá-las e depois cortá-las aos pedaços, retirando-lhes o caroço. Deitar os pedaços de manga numa tigela "grande" e, com ajuda de uma varinha mágica, reduzir as mangas a polpa.




Numa mesma tigela "grande" deitar a polpa de manga, o leite condensado e o sumo de limão, e mexer tudo muito bem.

Escorrer bem as folhas de gelatina, e dissolvê-las em 3 colheres de sopa de água quente.

Nota: Eu quase sempre acabo por ter que levar a gelatina ao lume para a dissolver por completo, durante o tempo estritamente necessário. Gosto de colocar a água quente e as folhas de gelatina numa canequinha de metal, porque se for preciso irem ao lume não é necessário mudar de recipiente.


Mesmo que se tenha tido que acabar de dissolver a gelatina na água levando-a ao lume, normalmente, esta não fica muito quente. Virar a gelatina dissolvida (em água) no preparado anterior, aos pouquinhos, e mexer muito suavemente, até que volte a ter um aspecto homogéneo. Levar esta mistura ao frio.
Colocar as natas noutra tigela "grande", e batê-las muito bem, em chantilly, sem adicionar açúcar. Juntar as natas em chantilly ao preparado anterior, depois de o retirar do frio, mexendo delicadamente até voltar a ter um aspecto homogéneo.
Colocar a o preparado anterior numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas, de servir.
Levar ao frigorífico  a «Mousse de Manga» durante, pelo menos 3 horas.




Decorar a gosto.

Servir e... apreciar!!!


Receita da «Mousse de Manga» da página 8 da «TELEculinária e doçaria», Especial «30º Aniversário - Natas & Leite Condensado», «Gold»  nº45, de Junho de 2009, do Chefe António Silva.


sexta-feira, 16 de março de 2012

Mousse de Chocolate à D. Catarina d'Áustria

Ingredientes:

1 tablete de chocolate de culinária (200 g)
6 ovos
1 colher de sopa de manteiga
6 colheres de sopa de açúcar

Modo de preparação:

Derreter a tablete de chocolate partida aos bocadinhos, com a manteiga, num tachinho.

Separar as claras das gemas.

Bater as claras em castelo,  e ir-lhes adicionando 3 colheres de açúcar, aos poucos. Bater as claras até ficarem bem firmes.

Bater as gemas com o resto do açúcar, bem batidas. Depois, aos poucos, adicionar a este preparado o chocolate que foi previamente derretido com a manteiga. Continuar a bater até se obter uma consistência homogénea. Depois adicionar as claras em castelo, sem bater a massa, mas apenas envolvendo delicadamente as claras e o preparado de chocolate, até se obter, mais uma vez, uma consistência homogénea.

Colocar a mousse numa taça "grande" ou em tacinhas pequenas.





Levar ao frigorífico durante, pelo menos, 4 horas.



 
Servir e... apreciar!!!


 

Receita do Festival Internacional de Chocolate de Óbidos. (Conjunto de 6 marcadores de leitura, cada um dos quais com uma receita de chocolate para crianças: «Batido Ismael», «Bolachas à D. leonor», «Doce à D. Afonso Henriques», «Mousse de Chocolate à D. Catarina d'Áustria», «Pequenos Milagres da Raínha Santa Isabel» e «O Salame da Moura».