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sábado, 23 de março de 2019

Cheesecake de Morangos

Esta é uma das minhas sobremesas preferidas!!! [E acho que é a sobremesa que mais recordações me tráz de algumas das "criaturinhas" que mais gostei de conhecer na minha vida, algumas das quais, felizmente, ainda a vão apreciando!!!]

Hoje (23.Março.2019 (Sábado)) dedico esta receita, de um modo mais particular, a duas pessoas de quem gosto muuuiiito!!! Uma é o Padre Luís Salvan (o meu Anjo da Guarda), que tanto adorava esta sobremesa!!! (Um dos meus Anjos da Guarda!)


Eu gosto mais de fazer esta sobremesa com, pelo menos, um dia de antecedência em relação ao dia em que é servida. Digo «pelo menos» porque eu gosto mais de o servir como gelado do que como semi-frio, pelo que pode ficar vários dias no congelador, antes de ser servido. Se se quiser servir como semi-frio, deve-se fazer o «cheesecake» apenas com um dia de antecedência em relação à data em que se quer servir.

Já o doce de morangos, prefiro fazê-lo cerca de 1 hora antes de servir a sobremesa.

A primeira vez que fiz o «Cheesecake do Morangos» respeitei a receita original, e foi para festejarmos um dos meus Aniversários. Salvo erro foi no Aniversário de 2005 ou pouco depois. Depois fui começando a fazer variações nos ingredientes e ia-as registando. Eu noto as diferenças no sabor consoante o tipo de bolachas, de manteiga, de natas e de queijos-creme que lhe ponho. Até dentro do mesmo tipo de ingrediente, noto diferenças no sabor consoante as marcas dos ingredientes.

Logo da primeira vez que o fiz toda a gente adorou. Só o meu pai é que apenas gostou porque ele não gosta de natas. Lá fui dando a receita, mas ás vezes dizem-me: «Não sei porquê, mas o meu não fica tão bom como o teu.».

E quase toda a gente que o prova adora!!!

A vez mais recente em que o fiz foi a 14.Setembro.2018 (6ªf), porque no dia a seguir íamos festeja cá em casa o Aniversário da minha irmã (Cláudia), que tinha sido a 13.Setembro.2018 (5ªf), e o do meu cunhado (Francisco), que tinha sido a 12.Setembro.2018 (4ªf). E embora não o tivesse dito a ninguém, fiz esse «cheesecake» nesse dia, não só por todos eles gostarem, mas sobretudo em homenagem ao meu Tio Gusto (Augusto), que tinha falecido a 02.Setembro.2018 (Domingo), e era das pessoas que mais gostava desta sobremesa.
Há mais de 10 anos, uma vez Ele celebrou a Festa de Aniversário Dele (que na realidade é a 18.Julho (Dia de Santa Marinha) e não a 14.Agosto, como estava registado) na casa da Tia Rosa (irmã dele, do meu pai, etc.). A filha disse-me uns dias antes. Disse que íamos festejar com um lanche-ajantarado. Eu perguntei-lhe o que é que ela queria que eu levasse. Ela disse-me que não queria que eu levasse nada. Eu disse-lhe que não podia ir sem levar nada. E disse-lhe que se calhar fazia o «Cheesecake de Morangos», que já tinha feito para levar para outras celebrações familiares. Então a minha prima disse-me que estava bem, até porque o pai lhe tinha dito: «Pode ser que a Xana faça aquela sobremesa boa!!!». Quando viu a sobremesa ficou todo contente!!! Ele não gostava de incomodar ninguém e ficou feliz por ver que eu fiz aquela sobremesa para o aniversário dele. Na realidade a Festa do Aniversário dele pareceu um Arraial de S. João. Ele até fez um Altar de S. João!!!

Desde a primeira vez que fiz esta sobremesa que a fiz muitas vezes. Mesmo assim acho que é em Itália que tinha e tenho os maiores fãs desta sobremesa!!! Nos Conventos era uma verdadeira perdição. Quer no Convento dos Frades Capuchinhos de Bassano del Grappa (Vicenza (Véneto (Itália))), quer no Conegliano (Treviso (Véneto Itália))).
O Padre Luís Salvan (Padre Alvise Salvan) era dos que mais gostava!!! Até lambia o prato!!! Mesmo nas fases em que não tinha grande apetite, o gelado «Cheesecake de Morangos» ia sempre. Mal o via os olhos começavam a brilhar-lhe e já não queria comer as coisas que deveria comer antes.
Mas havia mais que eram muito fãs. Até aqueles que não gostavam de doces.
Enquanto lá estava (durante 2 a 3 semanas) fazia-lhes esta sobremesa 2 a 3 vezes. A última era sempre para o dia anterior ao meu regresso ou para o dia do meu regresso (dependendo das horas dos voos de avião). E quando, de 3 em 3 anos, havia mais descolação de pessoas entre Conventos, procurava fazer para o dia da despedida dos que partiam. Fiz questão de fazer para a despedida do Padre Amedeo Bordignon, em Bassano del Grappa, e para a despedida do Padre Rino Panizzo, em Conegliano.
Os que mais me ficaram na memória, de tanto gostarem desta sobremesa foram, além do Padre Luís Salvan, por ordem cronológica: o Frade Pancrazio Guzzon, o Frade Alfredo Feracin e o Padre Antonio Moro.
Quando eu fiz a sobremesa, em Bassano del Grappa, e quando o Frade Pancrazio a provou pela primeira vez,  depois dizia-me/perguntava-me: «Aquela sobremesa que tu fazes é tão boa!!! Antes de ir embora podes voltar a fazê-la, pelo menos, uma vez???». Quando eu lhe dizia que sim, e que voltaria a fazer com muito gosto, ele dizia-me: «Diz-me o que faz falta comprar, que eu mesmo vou comprar tudo o que for preciso.». Eu lá lhe dizia que eu iria comprar tudo o que fizesse falta. E depois, em todos os anos em que ele e eu lá estávamos no Convento, sempre que eu fazia a sobremesa pela primeira vez nesse ano, o Frade Pancrazio voltava a dizer-me/perguntar-me mais ou menos o mesmo.
Embora o Frade Alfredo cronologicamente tivesse gostado da sobremesa antes do Padre Antonio, o Padre Antonio era dos mais entusiastas. Conheci o Padre António em Agosto-Setembro de 2014. (Quando voltei em Agosto-Setembro de 2015 ele já tinha "nascido para o Céu".) O Padre António tinha sérias dificuldades respiratórias. Se não fossem os aparelhos que usava, só aproveitava cerca de 2% do ar que respirava, o que não lhe permitiria viver. Apesar de tudo, era daqueles que vinha ao Refeitório fazer as refeições. E nessa altura trazia o tubinho do oxigénio "preso" a um aparelho que lhe permitia respirar, e que tinha mais ou menos o tamanho e a forma de um garrafão de vinho dos de 5 litros. Traziam-no numa cadeira de rodas, pousavam o aparelho num banco e ele depois ia escolher o que queria comer, porque o tubinho era muito comprido. E depois levava-se-lhe o que ele queria comer. [Quando estava no quarto, o aparelho que parecia um garrafão de vinho de 5 litros era encaixado noutro aparelho muito maior que parecia (na forma e no tamanho) um aspirador industrial enorme. (Dava-me pela cintura.)] Nos Conventos, e porque éramos muitos, e porque eu não tinha formas de fundo amovível, eu fazia a sobremesa num tabuleiro enorme de ir ao forno. Para conseguir tirar de lá o «cheesecake», punha folhas de alumínio sobreposta a virem um bocadinho por fora do tabuleiro,e depois conseguia tirar de lá a sobremesa direitinha e sem grandes dificuldades. E o resultado era um enorme rectângulo gelado. No refeitório estávamos sentados "em U". Eu gostava de começar a servir a partir do meu lado direito, "percorrendo todo o U". Saltava o meu lugar à frente e Frade Alfredo também queria que saltasse o dele, para ficarmos para o fim. Lembro-me que da primeira vez que fui para ficar (e não apenas de visita) no Convento de Conegliano, da primeira vez em que fiz esta sobremesa, diseram-me para ir servindo de acordo com a "hierarquia". Mas eu disse que preferia servir pela ordem, porque assim ninguém ficava triste, além de que os mais velhos não eram os "chefes da hierarquia", e lá me disseram que estava muito bem servir pela ordem que eu queria. E eu não corto logo tudo. Ia cortando uma tira do gelado à largura do gelado, e depois dava um pedaço a cada um consoante o tamanho que ele quisesse. Em 2014, da primeira vez que fiz estando lá o Padre Antonio, ele era logo o 2º ou 3º a ser servido (acho que era o 2º, mas de momento não estou a conseguir visualizar bem). Quando lhe perguntei se queria uma fatia grande ou pequena disse-me que queria 2 ou 3 fatias grandes, entendendo-se por grande terem a largura do tabuleiro. Até me "assustei", porque assim a sobremesa não chegava para todos. Ele era o 2º ou 3º a pedir, e além das pessoas que estavam no refeitório também deveria chegar para as pessoas da Enfermaria e para as pessoas que lá trabalham. Disse-lhe que era muito. Então ele disse-me: «Não te preocupes. Eu não como tudo agora. Quero levar para o meu quarto para comer depois também.». Eu lá lhe disse que não dava para levar para o quarto, porque era gelado e derretia. Quando percebeu disse-me para então lhe dar uma fatiazinha grandinha. Lá servi a todos. O penúltimo, do refeitório foi o Frade Alfredo, e a última fui eu. Nesse mesmo dia o Guardião de então (o Padre Andrea Cereser), ao ver a reação de quase todos os Frades, disse-me: «Oggi hai fatto un colpo di fulmine!». Eu não tinha ouvido bem o que ele tinha dito, pelo que ele repetiu. Depois, quando viu que eu não tinha percebido o que ele me tinha dito, explicou-me o que significava e disse-me: «Olha só para eles! Com esta sobremesa ficaram definitivamente rendidos a ti!!! Conquistaste-os de vez!!!».
O Frade Alfredo, embora não expressasse tão explicitamente o quanto gostava desta sobremesa, via-se que também adorava. E fazia questão de ser servido no fim. E até acabava por ter mais sorte!!!  Ele é que fazia as refeições do Convento à noite, e quando o cozinheiro estava de férias. E eu acho que cozinhava muitíssimo bem!!! Uma vez disse-me: «Eu não cozinho como tu. Tu podes ir comprar coisas. Eu cozinho aquilo que tiver disponível.». Eu lá lhe disse que ele cozinhava muito bem, e muito melhor do que eu!!!
Eu também fazia lá outras sobremesas, mas sem dúvida que esta e a «Mousse de Chocolate» eram aquelas de que mais gostavam. Sobretudo esta.
Só que lá em Itália, tirando o Verão de 2015, tive sempre que fazer tudo sem ajuda de batedeiras eléctricas, o que não é fácil tendo em conta as enormes quantidades e as temperaturas de 30 e tal graus centígrados. Isto para já não falar da enorme dificuldade que tinha para arranjar «leite condensado». Procurava e não encontrava latas. Depois, com a ajuda de um voluntário do Convento de Bassano del Grappa lá encontrei bisnagas (do género das nossas da pasta dos dentes) com leite condensado para atletas, numa enoteca. Na Enoteca «Venzo». [O voluntário telefonou para lá a perguntar se tinham. Explicou-me onde era e eu fui lá buscar. Os empregados vestiam smoking. Na caixa de pagamento, à minha frente, estava um casal de idade (sobretudo ele). Nunca vi tantas notas de 500 euros juntas. E ele pagou com uma. A esposa levava enormes jóias com diamantes daqueles que se vê que são verdadeiros.]
Os sabores também ficavam ligeiramente diferentes em Itália, por causa das marcas dos produtos serem diferentes.
Normalmente, e tal como cá em casa, fazia a sobremesa no dia anterior ao dia em que queria servi-la. E a parte melhor era aquela em que o aroma do doce de morango ficava a pairar pelo ar no Convento. (No Convento eu fazia o doce de morango logo depois de fazer o «cheesecake».]







Ingredientes:



Para a base:
1,5 pacotes de «bolachas torradas» (ou de «bolacha Maria»)
150 g de manteiga, com sal

Nota: Eu gosto mais de utilizar «bolacha torrada» para as bases de bolacha. Com «bolachas de aveia» também se obtém uma base muito boa.

Para completar o creme de queijo:

6 folhas de gelatina grandes (ou 9 folhas médias)
3 pacotes de natas (aproximadamente 3 x 200 ml = 600 ml)
1 lata de leite condensado
1 embalagem de queijo-creme (de barrar, ou «Ricotta», ou «Mascarpone», ou...), com cerca de 250 g

Nota: Eu gosto mais de fazer «cheesecakes» com queijo «Ricotta». Já fiz com queijo-reme de barrar. Também já fiz com queijo «Mascarpone», mas acho que fica com um sabor demasiado intenso. (Se calhar pode-se fazer com uma quantidade muito menor de queijo, se este for «Mascarpone».)


Para o doce de morangos:
250 g de morangos
10 colheres de sopa de açúcar





Modo de preparação:


1º) Preparar a base (de bolacha), assim:
  • Triturar as bolachas, numa picadora ou com um moínho. Colocar a bolacha, depois de triturada ou moída, dentro de uma tigela "grande".
  • Colocar a manteiga cortada aos pedacinhos, dentro de um tachinho ou de uma caneca de metal, e levá-la ao lume para derreter.
  • Virar a manteiga derretida na bolacha e, com as mãos ir misturando a manteiga à bolacha, não amassando os dois ingredientes, mas sim passando-os pelas mãos "como quem retira areia das mãos".
  • Assim que a manteiga e a bolacha estiverem bem unidas, virar este preparado dentro de uma forma de cheesecake (a qual tem o fundo amovível) e espapalhá-lo uniformemente pelo fundo da forma. Depois, com a palma de uma das mãos ir pressionando ligeiramente o preparado de bolacha em direcção ao fundo da forma. Levar a forma ao frigorífico.


2º) Preparar o creme de queijo, assim:
  • Colocar as folhas de gelatina de molho, em água fria, dentro de uma tigela pequena.
  • Colocar as natas numa tigela "grande", e batê-las muito bem.
  • Virar o leite condensado nas natas, aos poucos, e mexendo sempre e suavemente, com uma colher (de pau).
  • Caso este seja pouco cremoso, passar o queijo-creme por um coador, e deitá-lo no preparado anterior, aos poucos, mexendo sempre e suamente, com uma colher (de pau).
  • Escorrer bem as folhas de gelatina, e dissolvê-las em 3 colheres de sopa de água quente.
Nota: Eu quase sempre acabo por ter que levar a gelatina ao lume para a dissolver por completo, durante o tempo estritamente necessário. Gosto de colocar a água quente e as folhas de gelatina numa canequinha de metal, porque se for preciso irem ao lume não é necessário mudar de recipiente.
  • Mesmo que se tenha tido que acabar de dissolver a gelatina na água levando-a ao lume, normalmente, esta não fica muito quente. Virar a gelatina dissolvida (em água) no preparado anterior, aos pouquinhos, e mexer muito suavemente, até que o creme de queijo volte a ter um aspecto homogéneo.
3º) Acabar de preparar o «Cheesecake», assim:
  • Retirar a forma do frigorífico e colocar dentro dela o creme de queijo acabado de preparar.
  • Levar a forma ao frigorífico durante, pelo menos 8 horas. (Ou, se se preferir, ao congelador.)

4º) Preparar o doce de morangos, assim:
  • Lavar muito bem os morangos e retirar-lhes o pé.
  • Cortar os morangos aos cubinhos pequenos, colocando-os num tachinho. Juntar o açúcar aos morangos, e levar o tachinho ao lume, sem que o lume esteja demasiado forte. Ir mexendo, sempre, com uma colher (de pau), até ao momento em que, ao passar a colher (de pau) pelo fundo do tachinho, se abre claramente um caminho (ou uma estrada) no doce. Nessa altura, retirar o doce do lume e deixá-lo arrefecer.
Esta fase em que se faz o doce de morangos é uma das mais agradáveis ao olfacto!!! Fica a pairar um agradável aroma de doce de morangos no ar!!!



4º) Acabar de preparar o «Cheesecake de Morangos», assim:
  • Se o cheesecake ficou a solidificar no frigorífico, retirá-lo de lá cerca de 10 minutos antes da hora de o servir. Se ficou a solidificar no congelador, retirá-lo de lá cerca de 30 minutos antes da hora de o servir, e colocá-lo no frigorífico áté cerca de 10 minutos antes da hora de o servir
  • Abrir a forma e retirar-lhe a parte lateral.
  • Colocar a base da forma, com o cheesecake, num prato de servir. (Se se preferisse também se podia ter retirado a base da forma.)
  • Espalhar o doce de morangos sobre a superfície do cheesecake, com a ajuda de uma espátula ou de uma faquinha.
Esta é a fase em que esta sobremesa é mais agradável... de se ver!!! (O vermelhinho do doce de morangos sobressai muito mais agora sobre um fundo branquinho, e brilha imensamente!!!)


Servir e... apreciar!!!

(Esta é a fase em que esta sobremesa é mais agradável... ao paladar!!!)


Receita "mais ou menos"... minha!!! (É o resultado de muitas "experiências" numa receita que, assim que me lembrar, digo em que revista «Tele-Culinária» é que me inspirei para fazer a "minha" receita! Guardei tão bem a revista que ... não sei aonde!!! )

NOTA: Esta receita (a receita em si) estava passada e guardada como rascunho desde o período que vai de 21.Junho.2015 a 13. Outubro.2017, embora eu ache que desde 06.11.2016.



[Completei esta publicação HOJE (23.Março.2019 (Sábado)).]

domingo, 21 de junho de 2015

Gelado de Framboesas. Gelado de Limão.




Este «Gelado de Framboesas» costuma ser... bom!!! Este «Gelado de Limão» não sei se é bom (ou não), porque hoje foi a primeira vez que fiz um assim!!!

[Eu ia fazer um de framboesas e outro de morangos, mas como alguém comeu os morangos tive  que fazer uma "ligeira" alteração!!!]

Esta sobremesa  tem que ser feita com, pelo menos, um dia de antecedência em relação ao dia em que é servida. "Mas" este gelado pode ficar muitos dias no congelador, antes de ser servido.




Ingredientes para os dois gelados:

4 pacotes de natas (aproximadamente 2 x 200 ml = 800 ml)
1 lata de leite condensado
300 g de amoras
1 limão grande, do qual se aproveita a raspa da casca e o sumo
4 folhas de gelatina grandes (ou 6 folhas médias)

Nota: Para o(s) gelado(s) não ficar(em) tão doce(s), normalmente, faço 2 gelados iguais ou idênticos, com  4 ou 5  pacotes de natas, 1 lata de leite condensado, 300 g de frutas por cada uma das duas doses de gelado, em vez de gastar 1 lata de leite condensado para 2 pacotes de natas. E assim, e quase com o mesmo trabalho, fico com 2 gelados!!! Hoje fiz os dois gelados com 4 pacotes de natas, porque não tinha mais 1 para poder fazer com 5.

Pode-se reservar algumas framboesas e parte da casca do limão para decorar antes de servir.










Modo de preparação:

  • Colocar as natas numa tigela "grande", e batê-las muito bem.
  • Virar o leite condensado nas natas, aos poucos, mexendo sempre, e suavemente, com uma colher (de pau).
  • Dividir o preparado anterior por duas tigelas, ficando metade do preparado na tigela inicial.
  • Lavar muito bem  as framboesas  e retirar-lhes o pé. Escorrer bem as framboesas e, depois, colocá-los num copo alto, para serem liquefeitas, com ajuda de uma varinha mágica.
  • Virar este "molho" de framboesas numa das tigelas que tem metade do preparado de natas batidas com leite condensado, e mexer muito suavemente, até que o creme volte a ter um aspecto homogéneo. Colocar este preparado com framboesas numa forma ou recipiente próprio, e levá-lo ao congelador. Levar a forma (ou o recipiente próprio) ao congelador durante, pelo menos, 12 horas.
  • Lavar muito bem  1 limão grande, de que se aproveitará toda a raspa e o sumo.
  • Virar este a raspa e o sumo de limão  na outra tigelas que tem metade do preparado de natas batidas com leite condensado, e mexer muito suavemente, até que o creme volte a ter um aspecto homogéneo. Colocar este preparado com limão numa forma ou recipiente próprio, e levá-lo ao congelador. Levar a forma (ou o recipiente próprio) ao congelador durante, pelo menos, 12 horas.
  • Retirar o gelado do congelador cerca de 10 a 30 minutos antes da hora de o servir, dependendo da temperatura ambiente.
  • Colocar o(s) gelado(s) no(s) prato(s) de servir.


Nota: Se se quiser pode-se reservar algumas framboesas, para servir com o «Gelado de Framboesas». E pode-se reservar alguma da casca do limão para se cortar umas tirinhas finíssimas, para servir o «Gelado de Limão». Também se pode juntar bolachas ou outros elementos, para servir cada um destes dois gelados.



Servir e... apreciar!!!



Receita "mais ou menos"... minha!!!

domingo, 20 de maio de 2012

Gelado de Frutas com Iogurte


Este é um bom gelado para se fazer ... em qualquer altura!!! De preferência, deve ser feito com frutas da época em que é feito!

O ideal seria fazer este gelado com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.



Ingredientes:

2 iogurtes com aroma, a gosto
250 g de natas
4 claras de ovo
150 g de açúcar
Cerca de 250 de frutas variadas, a gosto





Modo de preparação:


Preparar as frutas e cortá-las aos cubinhos pequeninos.

Nota: Se a fruta for em fo em bagas pequenas, pode ficar inteira.


Colocar as natas numa tigela "grande". Juntar-lhes metade do açúcar e bater as natas em chantilly.

Bater as claras em castelo, até ficarem bem firmes, e misturar-lhes, depois, o restante açúcar, aos poucos e sem parar de bater.

Misturar as claras em castelo com o chantilly, os iogurtes e a fruta, com muito cuidado e sem bater.

Deitar o preparado anterior num recipiente que possa ir ao congelador, de preferência com tampa, e levá-lo de imediato para o congelador, depois de o tapar.

Só se deve servir depois de o gelado ter solidificado.

Se o gelado tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.




Servir e... apreciar!!!

Sugestão: Este gelado pode ser servido com biscoitos , ...




Receita adaptada a partir da do «Gelado de Frutas com Iogurte» da página 335 da «TELEculinária e doçaria» n.º 470, de 08/06/1987, do Chefe António Silva, no ?º Volume (do número ? ao ?).


sábado, 12 de maio de 2012

Gelado à Mexicana


O ideal seria fazer este gelado com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.

Ingredientes:
Para o gelado:
 
1/2 chávena de leite
2 gemas de ovos
100 g de açúçar
125 g de natas frescas
3 colheres de sopa de «Rum»







Para o acompanhamento:

2 bananas
algumas bolachas de baunilha


Modo de preparação:


Num tachinho, misturar bem o açúcar com as gemas dos ovos, o leite, as natas e o «Rum». Levar ao lume, mexendo sempre com uma colher (de pau) de modo a não pegar ao fundo do tacho, para cozer, mas sem deixar ferver. Retirar do lume e deixar arrefecer.

 
Deitar o preparado anterior num recipiente que possa ir ao congelador e levá-lo a solidificar durante 1 hora.

Passada a hora refeida anteriormente, retirar o preparado do congelador, para o mexer muito bem. Depois, voltar a levá-lo ao congelador novamente, até solidificar completamente.

Só se deve servir depois de o gelado ter solidificado.

Se o gelado tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.

Servir em taças, alternando camadas de gelado com rodelas de banana, servindo as bolachas de baunilha à parte.

Apreciar!!!


Receita do «Gelado à Mexicana» da página 28 da «TELEculinária e doçaria» «Especial Verão 1980», do Chefe António Silva, no 4º Volume (do número 153 ao 204).

Gelado de Café

Um gelado para... quem gosta de café!!! (Que não é o meu caso!!!)

O ideal seria fazer este gelado com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.



Ingredientes:
2,5 dl de café com leite, escuro
3 ovos
100 g de açúçar + 2 colheres de sopa de açúcar
125 g de natas



Modo de preparação:


Levar o café com leite ao lume, para aquecer.

 
Separar as gemas dos ovos das claras, colocando as gemas num tachinho "pequeno" e as claras numa tigela "grande".

Misturar, muito bem, as gemas dos ovos e os 100 g de açúcar, num tachinho pequeno. Juntar-lhes o café com leite quente, em fio e mexendo sempre. Levar ao lume, mexendo sempre com uma colher (de pau), para cozer, mas sem deixar ferver. Retirar do lume e deixar arrefecer.

Juntar 1 colher de sopa de açúcar às natas, e batê-las em chantilly.

 
Juntar 1 colher de sopa de açúcar às claras dos ovos, e batê-las muito bem.

 
Quando o creme de gemas de ovos e café com leite estiver frio, misture-lhe, muito bem, o chantilly e as claras em castelo, envolvendo tudo muito bem e delicadamente.

Bater as claras em castelo até ficarem bem firmes. Juntar as claras em castelo ao preparado anterior, delicadamente, envolvendo tudo muito bem e com muito cuidado.

Deitar o preparado anterior num recipiente que possa ir ao congelador e levá-lo a solidificar.

Só se deve servir depois de o gelado ter solidificado.

Se o gelado tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.



Servir e... apreciar!!!


Receita do «Gelado de Café» da página 28 da «TELEculinária e doçaria» «Especial Verão 1980», do Chefe António Silva, no 4º Volume (do número 153 ao 204).



 

Gelado de Limão

O ideal seria fazer este gelado com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.





Ingredientes:

sumo de 2 limões grandes
2 ovos
100 g de açúçar + 2 colheres de sopa de açúcar
125 g de natas frescas




Modo de preparação:


Lavar bem os limões e cortá-los a meio. Com a ajuda de um espremedor de citrinos, obter o sumo dos limões.

Separar as gemas dos ovos das claras, colocando as gemas num tachinho "pequeno" e as claras numa tigela "grande".

Juntar o sumo de limão às gemas dos ovos. Mexer muito bem. Levar ao lume, mexendo sempre com uma colher (de pau), até engrossar ligeramente, mas sem deixar ferver. Retirar do lume e deixar arrefecer.

Juntar 1 colher de sopa de açúcar às natas, e batê-las em chantilly.


Juntar 1 colher de sopa de açúcar às claras dos ovos, e batê-las muito bem.


Quando o creme de gemas de ovos e limão estiver frio, misture-lhe, muito bem, o chantilly e as claras em castelo, envolvendo tudo muito bem e delicadamente.

Bater as claras em castelo até ficarem bem firmes. Juntar as claras em castelo ao preparado anterior, delicadamente, envolvendo tudo muito bem e com muito cuidado.

Deitar o preparado anterior num recipiente que possa ir ao congelador e levá-lo a solidificar.

Só se deve servir depois de o gelado ter solidificado.

Se o gelado tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.



Servir e... apreciar!!!

 


 
Receita do «Gelado de Limão» da página 28 da «TELEculinária e doçaria» «Especial Verão 1980», do Chefe António Silva, no 4º Volume (do número 153 ao 204).


"Gelado" de Meloa (e Vinho do Porto)

Este não é bem um gelado, mas sim um semifrio, pois é sempre muito difícil a preparação de gelados no congelador caseiro, muito em especial os de melão e meloa, dada a grande quantidade de água que têm na sua composição. É bom para se fazer na época... das meloas!

Eu gosto mais deste "gelado" quando é feito:com meloas de interior cor-de-laranja e... sem Vinho do Porto!!!
O ideal seria fazer este "gelado" com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.






Ingredientes:
3 meloas
sumo de 1/4 de limão
125 g de natas
350 g açúcar
1 cálice de Vinho do Porto, doce
1,5 dl de água

Nota: Se se desejar, pode-se fazer este "gelado" sem Vinho do Porto. Nesse caso, as três meloas são preparadas e reduzidas a polpa/"puré" simultaneamente, e o gelado faz-se mais rapidamente.



Modo de preparação:


Misturar o açúcar com a água, num tachinho pequeno, e levar ao lume, a ferver durante 5 minutos. Retirar do lume e deixar arrefecer.

Lavar bem as meloas, cortá-las a meio, retirar-lhes as pevides e descascá-las.

Cortar uma das meloas aos bocadinhos, que se colocam numa tigela "grande". Com a ajuda de uma varinha mágica, liquidificar a meloa, para se obter uma polpa. Juntar o Vinho do Porto a esta polpa de meloa, misturando tudo bem. Levar este preparado ao frigorífico, onde ficará a macerar.

Colocar as natas numa tigela "grande" e batê-las bem.

Cortar as outras duas meloas aos bocadinhos, que se colocam numa outra  tigela "grande", que possa ir ao congelador e que tenha tampa. Com a ajuda de uma varinha mágica, liquidificar as meloas, para se obter uma polpa. Juntar as natas batidas  e o açúcar em ponto ("mas" já frio) a esta polpa de meloas, misturando tudo bem, e delicadamente. Levar este preparado ao congelador, depois de tapado, onde ficará  a solidificar.

Quando o preparado anterior estiver bem firme, pressioná-lo com um garfo, de modo a se obter uma espécie de granulado. Depois, mistura-se-lhe o preparado de meloa e Vinho do Porto, com cuidado.  Levar este novo preparado ao congelador, até ao momento de o "gelado" ser servido.

Só se deve servir depois de o "gelado" ter solidificado.

Se o "gelado" tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.



Servir e... apreciar!!!

Sugestão: Este gelado pode ser servido com fatias de bolo, biscoitos, ...



Receita do «Gelado de Meloa» da página 28 da «TELEculinária e doçaria» «Especial Verão 1980», do Chefe António Silva, no 4º Volume (do número 153 ao 204).


Gelado de Nêsperas

Este é um bom gelado para se fazer na época... das nêsperas.

O ideal seria fazer este gelado com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se quer servir.



Ingredientes:
0,5 l de polpa de nêsperas
sumo de 1/4 de limão
2,5 dl de natas
4 claras de ovo
açúcar q.b. (cerca de 50 g)






Modo de preparação:


Lavar bem as nêsperas, descascá-las e retirar-lhes o caroço e os filamentos brancos. Cortá-las aos bocadinhos, que se colocam num copo da varinha mágica.

Com a ajuda de uma varinha mágica, liquidificar as nêsperas, em quantidade suficiente para se obter 0,5 l de polpa.

Misturar o sumo de limão à polpa de nêspera, para que esta não escureça.


Colocar as natas numa tigela "grande". Juntar-lhes o açúcar e bater as natas em chantilly.

Misturar as natas batidas em chantilly ao preparado com polpa de nêspera, envolvendo tudo muito bem.

Bater as claras em castelo até ficarem bem firmes. Juntar as claras em castelo ao preparado anterior, delicadamente, envolvendo tudo muito bem e com muito cuidado.

Deitar o preparado anterior num recipiente que possa ir ao congelador e levá-lo de imediato para o congelador.

Só se deve servir depois de o gelado ter solidificado.

Se o gelado tiver estado muito tempo no congelador, antes de ser servido, pode-se colocá-lo no frigorífico uma hora antes do momento em que se quer servi-lo.




Servir e... apreciar!!!

Sugestão: Este gelado pode ser servido com biscoitos e decorado com chantilly, e/ou amêndoas, ...





Receita do «Gelado de Nêsperas» da página 205 da «TELEculinária e doçaria» «Especial Abril de 86», do Chefe António Silva, no 13º Volume (do número «Especial Janeiro 86» ao 52).


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Gelado de Morango







Este «Gelado de Morango» costuma ser... uma delícia!!!
 
 
Esta receita é para a... Cristina Marante, com quem estudei há "alguns" anos no "Liceu" (Escola Secundária de Santa Maria Maior), em Viana do Castelo, e com frequentei, há pouco tempo, uma Acção de Formação!!!

Espero que gostes!!! (Eu adoro!!!)

 
 
Esta sobremesa  tem que ser feita com, pelo menos, um dia de antecedência em relação ao dia em que é servida. "Mas" este gelado pode ficar muitos dias no congelador, antes de ser servido.
Já o doce de morangos, prefiro fazê-lo cerca de 1 hora antes de servir a sobremesa.

Ingredientes:

Para o gelado:
2 pacotes de natas (aproximadamente 2 x 200 ml = 400 ml)
1 lata de leite condensado
150 g de morangos
4 folhas de gelatina grandes (ou 6 folhas médias)
Nota: Para não ficar tão doce, porque a minha Mãe não deve comer doces, muitas vezes, faço 2 gelados idênticos com os ingredientes nas seguintes quantidades: 4 pacotes de natas, 1 lata de leite condensado, 300 g de morangos e 8 folhas de gelatina grandes (ou 12 folhas médias). Nesse caso, também duplico a quantidade dos ingredientes indicados a seguir para o doce de morango. E assim, e quase com o mesmo trabalho, ficamos com 2 gelados!!!





Para o doce de morangos:
150 g de morangos
8 colheres de sopa de açúcar



Modo de preparação:

1º) Preparar o creme do gelado, assim:
  • Colocar as folhas de gelatina de molho, em água fria, dentro de uma tigela pequena.
  • Colocar as natas numa tigela "grande", e batê-las muito bem.
  • Virar o leite condensado nas natas, aos poucos, mexendo sempre, e suavemente, com uma colher (de pau).
  • Escorrer bem as folhas de gelatina, e dissolvê-las em 3 colheres de sopa de água quente.
Nota: Eu quase sempre acabo por ter que levar a gelatina ao lume para a dissolver por completo, durante o tempo estritamente necessário. Gosto de colocar a água quente e as folhas de gelatina numa canequinha de metal, porque se for preciso irem ao lume não é necessário mudar de recipiente.
  • Mesmo que se tenha tido que acabar de dissolver a gelatina na água levando-a ao lume, normalmente, esta não fica muito quente. Virar a gelatina dissolvida (em água) no preparado anterior, aos pouquinhos, e mexer muito suavemente, até que o creme volte a ter um aspecto homogéneo.
  • Virar metade deste creme numa forma como as de «cheesecake» (das que abrem lateralmente e têm fundo amovível), ou num recipiente plástico, de forma cilíndrica. "Abanar" ligeiramente a forma, para que o creme de gelado forme uma camada de altura uniforme. Levar esta forma (ou o recipiente plástico) ao congelador, durante cerca de 1/2 hora.
Nota: Quando faço este gelado na versão "menos doce" que dá para 2 gelados, se estes dois gelados não forem para consumir quase de imediato, prefiro colocá-los em recipientes plásticos com tampa, porque se conservam melhor assim.
  • Lavar muito bem  150 g morangos e retirar-lhes o pé. Escorrer bem os morangos e, depois, colocá-los num copo alto, para serem liquefeitos, com ajuda de uma varinha mágica.
  • Virar este "molho" de morangos na outra metade de creme de gelado que restou, e mexer muito suavemente, até que o creme volte a ter um aspecto homogéneo. Levar este creme de gelado com morangos ao frigorífico, durante o tempo que falta para que o creme de gelado sem morangos tenha estado 30 minutos no congelador.
2º) Acabar de preparar o gelado, assim:
  • Cerca de 1/2 hora depois de ter colocado no congelador a forma (ou o recipiente plástico) que continha o creme de gelado sem morangos, e depois de ter colocado no frigorífico o creme de gelado com morangos, retirar o primeiro do congelador e o segundo do frigorífico.
  • Virar o creme de gelado com morangos dentro da forma (ou do recipiente plástico), sobre o creme de gelado sem morangos, que entretanto já deve ter começado a gelar. "Abanar" ligeiramente a forma, para que o creme de gelado com morangos forme uma camada de altura uniforme.
  • Levar a forma (ou o recipiente plástico) ao congelador durante, pelo menos, 12 horas.


3º) Preparar o doce de morangos, assim:
  • Lavar muito bem 150 g morangos e retirar-lhes o pé. Escorrer bem os morangos e, depois, colocá-los num copo alto, para serem liquefeitos, com ajuda de uma varinha mágica.
  • Virar os morangos liquefeitos num tachinho. Juntar o açúcar aos morangos, e levar o tachinho ao lume, sem que o lume esteja demasiado forte. Ir mexendo, sempre, com uma colher (de pau), até ao momento em que, ao passar a colher (de pau) pelo fundo do tachinho, se abre claramente um caminho (ou uma estrada) no doce. Nessa altura, retirar o doce do lume e deixá-lo arrefecer.

Esta fase em que se faz o doce de morangos é uma das mais agradáveis ao olfacto!!! Fica a pairar no ar um agradável aroma de doce de morangos!!!


4º) Acabar de preparar o «Gelado de Morango», assim:
  • Retirar o gelado do congelador cerca de 10 minutos antes da hora de o servir.
  • Abrir a forma e retirar-lhe a parte lateral. Colocar o gelado no prato de servir, retirando a base da forma, de modo a que a parte do gelado que tem morangos fique junto ao prato.  (Ou: Retirar o gelado do recipiente plástico e colocá-lo num prato de servir, de modo a que a parte do gelado que tem morangos fique junto ao prato.)
  • Espalhar o doce de morangos sobre a superfície do gelado que não tem morangos, com a ajuda de uma espátula ou de uma faquinha.

Esta é a fase em que esta sobremesa é mais agradável... de se ver!!! (O vermelhinho do doce de morangos sobressai muito mais agora sobre um fundo branquinho, e brilha imensamente!!!)


Servir e... apreciar!!!
(Esta é a fase em que esta sobremesa é... mais agradável... ao paladar!!!)



Receita "mais ou menos"... minha!!!

domingo, 22 de abril de 2012

Gelados Delícia de Morango



Ingredientes:

2 latas de leite condensado
morangos (que depois de liquidificados encham) - o equivalente a 4 latas (como as do leite condensado) [ + morangos para acompanhar os gelados, se se desejar, caso estes tenham ido ao congelador em cuvetes de gelo]
sumo de 1/2 limão
(morangos para acompanhar os gelados, se se desejar, caso estes tenham ido ao congelador em cuvetes de gelo)



Modo de preparação:

Lavar bem o morangos e retirar-lhes o pé.



Com a ajuda de uma varinha mágica, liquidificar os morangos, em quantidade suficiente para encher 4 latas como as do leite condensado.
Numa tigela "grande" colocar os morangos, o sumo de limão e os morangos (liquidificados). Bater tudo muito bem, com um batedor de varas.

Virar o preparado anterior em forminhas de gelados.

Nota: Se não tivermos forminhas de gelado, poderemos utilizar 2 cuvetes de gelo.

Levar as forminhas com o preparado, ao congelador, durante, pelo menos, 8 horas.


Nota: O ideal seria fazer estes gelados com, pelo menos um dia de antecedência, relativamente ao dia em que se querem servir.


Quando os gelados estiverem prontos, desenformá-los.


Sugestão: Se se tiver feito os gelados nas covetes de gelo, podem-se servir acompanhados com morangos ao natural, colocados à volta dos cubinhos de gelado.


Servir e... apreciar!!!


Receita do «Gelado Delícia de Morango» da página 7 da Revista «BANQUETE (Revista Portuguesa de Culinária)» nº 172,  Junho e Julho de 1974.